segunda-feira, 17 de março de 2014

Porque Frozen não é feminista

- Se você não viu o filme e pretende ver, talvez não deva ler esse post, porque contêm SPOILERS! -



Quando assisti Valente no ano passado com o Marcos no cinema, nos divertimos muito e foi excelente. Eu sempre gostei de desenhos Disney e vivo cantando as músicas das trilhas sonoras. Nos surpreendemos, porém, quando ficamos sabendo que Valente tinha sido eleito - pasmem - o filme gay (!) do ano. Não bastasse isso, agora sobrou pro longa Frozen a etiqueta de feminista.

Resumindo a paçoca - Se você já assistiu o filme, pode pular essa parte.


 Frozen é inspirado no conto de fadas A Rainha da Neve, de Andersen, e trata da história de duas princesas irmãs - Elsa e Anna - que se veem separadas na infância devido aos poderes mágicos congelantes da mais velha, Elsa. Anna acaba sendo atingida de modo acidental brincando na neve com a irmã e os pais decidem deixar Elsa isolada em seu quarto de modo a não oferecer maiores riscos para ninguém. A memória de Anna é apagada, então a menina não sabe exatamente porque a irmã simplesmente decidiu afastar-se dela. As duas vão crescendo, os pais morrem em um naufrágio e Anna, com o passar dos anos, torna-se a típica romântica sonhadora Disney, como Gisele de Encantada e tantas outras, aspirando encontrar o amor verdadeiro. Elsa, porém, continua vivendo isolada, procurando conter seus poderes para não machucar mais pessoa alguma.


Ocorre que Elsa atinge a idade necessária e é coroada rainha. No baile comemorativo da coroação Anna aparece com um príncipe que conheceu pouco antes e pede a benção da irmã para seu futuro casamento.
Elsa, todavia, diz que não daria sua benção para um casamento com um homem que Anna acabara de conhecer. A princesa insiste com a irmã e a rainha perde o controle, fazendo uma grande demonstração assustadora de seus poderes, para o pavor dos súditos ali presentes. Elsa foge e decide morar sozinha em seu próprio castelo de gelo, onde pode ser livre do jeito que é.


O filme segue com um grande e interminável inverno que se abate sobre o reino, enquanto Anna decide ir procurar a irmã e trazê-la de volta. É aí então que a princesinha conhece Kristoff - um rapaz que trabalha com colheita de gelo e seu inseparável amigo, a rena Sven - que é convocado para ajudá-la nessa empreitada, por ter um trenó. Nessa aventura o grupo conhece também Olaf, o boneco de neve falante mais simpático do mundo.


Anna encontra Elsa e a rainha expulsa a irmã. Acidentalmente, mais uma vez Anna é atingida pelos poderes de Elsa e começa lentamente a congelar por dentro. Apenas um ato de amor verdadeiro poderia salvá-la da morte. Anna é conduzida por Kristoff ao príncipe quase morrendo e o dito cujo, além de não beijá-la(ato de amor verdadeiro), apaga a lareira e deixa a pobre morrer para se tornar o novo rei da cocada preta.
Essa é, na minha opinião, uma das cenas mais lindas, em que Olaf consegue entrar onde a princesa se contra e acende de novo a lareira, mesmo com o risco de derreter, porque ''existem pessoas pelas quais vale a pena derreter''! Kristoff, que se apaixonou por Anna, resolve voltar atrás da jovem, porque vê que ela precisa de sua ajuda. Anna vai também ao seu encontro quase congelando, para ser salva pelo beijo de amor de Kristoff, quando vê que o príncipe está a ponto de matar sua irmã e, entregando sua vida por Elsa, sai da rota de Kristoff e se coloca entre a irmã e o príncipe, onde congela a tempo de deter a infame e cruel espada.
Elsa chora e abraça o estátua de gelo em que transformara sua irmã quando, pouco a pouco, Anna volta a vida, devido àquele ato de amor que ali se operava. Elsa descobre então que a força para trazer de volta o verão para o reino era o amor e todos vivem felizes para sempre.


Bem, agora vamos lá. 

De fato, Frozen quebra alguns paradigmas se comparado com os contos de fadas mais tradicionais. Quando Elsa nega a benção ao casamento da irmã alegando que ela acabara de conhecer o príncipe, já é possível identificar uma grande mudança.
O que pensar, então, de Branca de Neve, Bela Adormecida, e tantas outras que mal conheceram seus príncipes e já subiram ao altar? Brincadeiras a parte, considero a resposta de Elsa bastante interessante e, de modo geral, válida para quebras as expectativas.
É claro que existe toda uma teoria monarquista que contradiz totalmente a fala da rainha, visto que uma princesa deveria casar-se com ''o melhor partido'' com vistas ao bem do reino e não a suas próprias aspirações pessoais, mas essas prerrogativas monárquicas já não eram usuais nas produções Disney anteriores,  em que o comum é ver príncipes se casando com plebeias.
A polêmica maior porém, começa com o fato de que Elsa decide fugir e viver sozinha. Para as pessoas que procuram usar todo tipo de coisa a favor de sua causa revolucionária, é épico-inimaginável-lindo-glamouroso ver uma princesa, ou melhor rainha, disney ''sendo independente e indo morar sozinha, sem esperar que um príncipe vá salvá-la, porque é forte o suficiente e não precisa de homem''. Para as pessoas normais, porém, isso tudo só significa aquilo o que realmente o filme quis dizer, ou seja, que Elsa decidiu ir viver afastada para não ferir ninguém com seus dotes gelados. E ponto.
Eu cheguei a assistir um vídeo no qual uma mulher vestida de Elsa ficava dando lições de moral em outras mulheres vestidas de Bela, Branca de Neve, etc., propagandeando sua independência em detrimento da vida chatinha das outras que tinham de ficar em casa por causa de homem e jogaram seus desejos de aventura fora.
É realmente absurdo como alguns ideólogos procuram colocar palavras que o filme não disse em sua boca. Desde quando querer ser dona de casa é algo ruim? As mulheres não deveriam ter a liberdade para fazer o que bem quisessem com sua vida profissional? Ou será que elas só podem ser livres para não trabalharem em seu próprio lar?
De fato, eu acredito que Frozen traz uma mensagem diferente de outros filmes de princesa, mas enxergo isso de outra maneira.A verdade é que muitos filmes desse tipo apregoam uma certa dependência feminina, como se elas só pudessem ser felizes de verdade estando casadas, o que não é verdade e a rainha Elsa ilustra muito bem. O ser humano é completo em si mesmo e, quando se une a outro, exercem os dois uma mútua complementariedade. Essa história de metade da laranja e alma gêmea só funciona enquanto letra de música do Fábio Jr. e, diga-se de passagem, nem tão bem assim.
Outra lição a ser tirada do filme Frozen é a de que o amor Eros, simbolizado por Kristoff e Anna, deve estar submetido ao amor Ágape, o amor de Caridade, representado pelas duas irmãs. Isso pode ser visto quando Anna renuncia a própria vida, que lhe seria preservada com um beijo de Kristoff, e vai em direção a irmã para salvá-la. O amor romântico de Kristoff por Anna também estava impregnado do amor Ágape, já que cenas antes ele também levara a amada para unir-se a outro homem porque isso salvaria sua vida.


terça-feira, 11 de março de 2014

Caminhando e cantando

Para uma vida mais saudável, não apenas no aspecto físico, mas até mesmo mental os esportes são mais do que recomendados. Já diziam os romanos, "mens sana in corpore sano". Exercitar-se libera serotonina, o chamado hormônio da alegria, o que faz com que praticar esportes seja uma arma eficaz contra a ansiedade. Há estudos que dizem, inclusive, que a atividade física pode ser tão eficaz quanto antidepressivos no tratamento contra o mal do século.
A atividade pode ser ainda melhor se praticada em família, estimulando o espírito de cooperação, amizade e companheirismo, além de promover a superação individual diante dos desafios que aparecem.
Muitas pessoas reclamam que academias são caras e talvez não consigam adaptar a sua rotina diária aulas de natação ou luta por exemplo, mas é sempre possível fazer uma trilha, caminhar, enfim... Se o local escolhido é ainda favorecido pelas belezas naturais, temos ainda um motivo a mais para querer chegar ao final!
Para incentivá-los, gostaria de compartilhar nossas fotos em uma trilha que fizemos no Morro da Urca, aqui no Rio de Janeiro, que dá na primeira parada do bondinho do Pão de Açúcar. Leiam também essa ótima postagem do blog Domestica Ecclesia: Exercícios físicos e paternidade/maternidade









 Gordice do Marcos

Eu fazendo a saudável


domingo, 9 de março de 2014

A Fronteira, Coelho Neto

Começaremos a postar aqui no blog alguns textos interessantes de literatura. O de hoje é um conto do livro Contos Pátrios - Educação Moral e Cívica(Para as Crianças) de Olavo Bilac e Coelho Neto. Em tempos de politicamente correto, muitas de nossas escolas recusariam trabalhar com esse material, embora tenha sido autorizado pelo Ministério da Educação...

A Fronteira
Noite alta e morna: o rio rolava vagarosamente as suas grandes águas, e a veneranda seiva, de troncos virgens, enchia a solidão com o seu murmúrio solene, quando chegou ao povoado um cavaleiro. O animal, que ele cavalgava, humilde e arquejante, denunciava um longo e desabrido galope: e a pressa com que saltou da cela á porta da primeira cabana, fechada e silenciosa, fazia suspeitar que algum acontecimento grave o levava a empreender tão arriscada viagem, através da floresta percorrida pelos animais bravios.
Bateu com força e, como não lhe respondessem, bateu de novo: falaram. — Abre!— bradou imperativamente. Logo rangeu o ferrolho, e num raio de luz apareceu no limiar da porta a valida figura de um sertanejo trazendo apenas sobre o corpo uma camisola ampla que lhe chegava aos pés.
— As nossas terras vão ser tomadas: — disse o recém-chegado, antes mesmo de saudar o sertanejo. — Vim por essas matas a todo galope para ver se ainda chegava a tempo de prevenir-vos.
— Vão ser tomadas! — exclamou o outro, pasmado.
— Sim. Estrangeiros efetuaram um desembarque e vêm pela floresta, armados.
— E então? Que havemos de fazer?
— Armemo-nos.
— Quantos são eles?
— Não sei: o número pouco importa, o necessário é que nos defendamos.
— E se eles forem muito superiores em numero?
— Não importa. Se eu aqui vivesse isolado, da porta da minha cabana faria fogo sobre os invasores até cair atravessado por uma bala. Somos ao todo vinte e três homens, eles são talvez duzentos... mas vamos! Arma-te e vem: acorda tua mulher e teu filho, eu vou prevenir os mais.
O sertanejo esteve algum tempo hesitante. O murmúrio da floresta crescia com o vento, dando, por vezes, a ilusão de tambores rufados, ao longe.
— Eles aí vêm...
— Eles aí vêm: não há tempo a perder! Se morrermos, todos os nossos corpos ficarão marcando a fronteira da Pátria. Pelas nossas ossadas e pelas cinzas das nossas cabanas, os que vierem mais tarde conhecerão o limite do Brasil. Vamos! Falta-nos uma bandeira; temos, porém, o céu, o grande céu; e o choro assustado de nossos filhos excita-nos mais do que os clarins de guerra. Vamos!
— Vamos! — bradou o sertanejo, correndo a buscar a sua arma de caça.
Quando luziu a madrugada formosa, todos os homens do povoado estavam de pé, de arma em punho, entrincheirados, esperando o invasor.
As mulheres intrépidas, que não haviam querido deixar os maridos, apertavam ao colo os filhos que dormiam, e todos os olhos estavam cravados no caminho onde deviam aparecer os estrangeiros.
Era quase meio dia, o sol abrasava, quando os primeiros soldados surgiram tranqüilamente, pisando com orgulho a terra que julgavam abandonada: á frente caminhava o oficial garboso, fazendo brilhar ao sol a espada nua. Mas um grito atroou: — “Viva o Brasil!” — e logo uma descarga retumbou no silencio. Os invasores, surpreendidos, recuaram: eram em numero muito superior ao dos que defendiam a terra natal, posto que cinco d’eles já escabujassem no solo alcançados pelas balas certeiras dos sertanejos.
 Ressoaram clarins, e, em fila cerrada, os invasores avançavam: nova descarga, porém, fez que retrocedessem, deixando no campo novos mortos.
 E não viam o inimigo; davam tiros ao acaso, aterrados, como se se batessem com o sobrenatural, até que uma nova descarga os colheu, sendo atingido o oficial, que rolou por terra moribundo. Desanimados, os invasores recuavam, sempre atirando ao acaso, sempre perseguidos pelas balas dos que defendiam a terra da pátria, até que alcançaram os barcos e precipitadamente passaram á outra margem. De longe, então, atravessando as águas, viram aparecer os heróis que se haviam batido entrincheirados nas próprias cabanas, tendo ao lado as mulheres, os filhos, os velhos pais que os animavam. E a selva grande e veneranda parecia aplaudir os seus filhos valentes com a sua grande voz murmurosa e constante. E até alta noite, enquanto abriam covas para enterrar os inimigos mortos, bradavam delirantemente, vitoriosamente: — Viva o Brasil! — contentes por haverem defendido a fronteira, da qual eram os guardas fieis, contras as mãos rapazes do estrangeiro.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Entrevista na Rádio Vox, hoje às 21h!

"Uma conversa para homens e mulheres:
Afinal, por que ser modesta? Por que seguir o pudor?
O que a roupa tem a ver com a dignidade da mulher?
Existem padrões para ser modesto(a)?
E o homem? O que tem a ver com isso?
Essa sociedade cheia de homens e mulheres solteiros e descompromissados...o que podemos fazer?"


Assim resumiu a Letícia, apresentadora do programa Modéstia e Pudor na Rádio Vox o bate-papo que vai ao ar hoje a noite entre nós(Barbara falando aqui) duas! Ninguém pode perder!

Para deixar já um gostinho, compartilho com vocês uma frase:

"Quando quisermos destruir uma Nação, devemos destruir a sua moral. Assim ela cairá em nossas mãos como um fruto maduro" Lênin




terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Como fazer seus 12 filhos pagarem a própria faculdade

Francis Thompson é pai de 12 filhos. Não fosse isso o suficiente para surpreender o leitor, poderíamos dizer ainda que Francis e sua esposa conseguiram que cada um de seus 12 filhos pagasse por sua própria faculdade(college). Como eles fizeram isso? É o que veremos nesta postagem.

Em um artigo(http://qz.com/165716/how-i-made-sure-all-12-of-my-kids-could-pay-for-college-themselves/) publicado recentemente pela Quarz, Francis Thompson decidiu compartilhar sua experiência e  você poderá conferir aqui uma tradução adaptada do original. Tendo tido seus 12 filhos ao largo de 15,5 anos, possuía todas as condições financeiras necessárias para pagar os estudos superiores dos filhos, mas de comum acordo com sua esposa preferiu não fazê-lo.

Antes de explicar como conseguiu isso, Thompson nos conta os resultados: 12 dos seus filhos são graduados ou estão estudando. Dos que estão casados, todos também se casaram com ótimos partidos, éticos e também graduados. Francis e sua esposa tem até o momento 18 netos e que estão aprendendo as mesmas coisas que eles ensinaram aos seus pais: Respeito próprio, gratidão e o desejo de devolver para a sociedade o bem recebido.

O casal, que vive atualmente no Colorado, completou 40 anos de casados em março de 2013. O pai atribui ao amor  entre ele e sua esposa grande parte do sucesso na educação dos filhos, que puderam presenciar uma estável vida no lar.

Aqui está a lista com tudo aquilo que eles fizeram de certo(eles também erraram muito, mas isso é coisa para outra lista)

Tarefas

- Os filhos do casal tinham de executar tarefas desde os 3 anos de idade. Uma criança de 3 anos não limpa muito bem um banheiro, mas com o tempo ela terá 4. É um trabalho razoavelmente bom.
- Eles obtinham uma mesada por semana baseada em quão bem eles fizeram suas tarefas.
- As crianças começavam a lavar suas roupas por conta própria aos 8 anos de idade e os pais lhes designavam um Dia da Lavagem.
- Quando começavam a ler, os filhos deveriam fazer um jantar a partir da leitura de uma receita. Também tiveram de aprender como dobrar uma receita.
- Os meninos e as meninas tiveram de aprender a costurar.

Tempo de Estudo
A Educação é muito importante para a família Thompson.

- A família tinha um tempo de estudo das 18:00 às 20:00 todos os dias. Sem televisão, computador, jogos ou outra atividade até o fim das 2 horas de estudo. Se os filhos não tinham dever de casa, então liam um livro. Para os menores, que ainda não tinham idade de ir a escola, eram designados outros que deveriam ler para eles. Ao fim do tempo de estudo, todos poderiam fazer o que quisessem até o toque de recolher.
- As crianças tinham de assistir a todas as aulas de Classes Avançadas que houvesse. O casal não deixou que o mínimo de pontos suficientes fosse um impedimento: Foram ao colégio e exigiram que seus filhos pudessem assistir às aulas e então, como pais, gastavam tempo para assegurar que eles tinham entendido o conteúdo para passar nas matérias. Depois da primeira criança, o colégio entendeu que eles cumpriram a promessa de que todas as crianças poderiam lidar com as aulas avançadas.
- Se uma criança chegava em casa dizendo que o professor o odiava ou que era injusto, a resposta dos pais era a de que ela precisava encontrar uma maneira de se dar bem com ele. Assim diz Francis Thompson: "Você precisa encontrar um jeito de aprender a matéria, porque na vida real pode ter um chefe que não goste de você. Não podíamos permitir que a criança 'culpasse' o professor por não aprender, mas colocar a responsabilidade de aprender a matéria de volta na criança. É claro, nós estávamos ao lado deles por duas horas de estudo ao dia, para eles nos pedirem ajuda a qualquer momento."

Proibido comedores exigentes

- Pais e filhos jantavam e tomavam o café sempre juntos. O café era às 5:15 e logo após as crianças tinham de fazer suas tarefas antes da escola. O jantar era servido às 17:30.
- De modo geral. a comida era interessante. Os pais desejavam uma dieta balanceada, mas odiavam quando eram jovens e os pais os faziam comer toda a comida do prato. Às vezes estavam satisfeitos e simplesmente não queriam comer mais. Decidiram então que a regra seria a seguinte: davam primeiro aos filhos a comida que mais odiavam(vegetais, na maior parte das vezes) e só então os filhos recebiam o outro tipo de comida. As crianças não eram obrigadas a comer e podiam até mesmo deixar a mesa. Se mais tarde reclamassem de fome, os pais providenciavam aquela mesma comida que não quiseram antes e esquentavam no microondas. Novamente, eles não eram obrigados a comer, mas não obteriam outra comida até a próxima refeição.
- Na casa da família Thompson não havia lanches entre as refeições. Eles sempre tiveram os quatro grupos de alimentos (carne, laticínios, grãos, frutas e legumes) e quase sempre uma sobremesa de algum tipo. Até agora, os filhos do casal não tem medo de experimentar comidas diferentes e não tem alergia a nenhuma comida. Eles experimentam todos os tipos de comidas diferentes e comem apenas até se sentirem satisfeitos. "Nenhum dos nossos filhos é nem um pouco 'pesado'. Eles são magros, atléticos e muito saudáveis. Com 12 filhos, você poderia pensar que pelo menos um tivesse algumas alergias alimentares ou necessidades alimentares especiais. (Eu não sou um médico.)"

Atividades extracurriculares

- Todos os doze tinham de praticar algum tipo de esporte. Eles podiam escolher qual, mas escolher nenhum não era uma opção. Eles começavam no ensino fundamental. Francis e a esposa não se importavam se a escolha era natação, futebol americano, beisebol, esgrima, tênis, etc. e também não se importavam se eles decidiam mudar de esporte, mas tinham de praticar alguma coisa.
- Todos tinham também de estar em algum tipo de clube: escoteiros, escoteiras, história, teatro, etc.
- Os pais exigiam que os filhos fizessem serviço comunitário. Os Thompson foram voluntários dentro da própria comunidade e na igreja. Para projetos do Eagle Scout, precisavam da ajuda de toda a família. Uma vez coletaram roupas usadas e levaram para o México para doá-las. "As crianças viram como a vida era para muitas famílias e como as suas coletas as deixaram felizes e fizeram a diferença."

Independência

- Quando os jovens Thompson completaram 16 anos, cada um ganhou um carro. O primeiro aprendeu o que isso significava. Assim que o reboque arrastou o primeiro carro ''novo'' pela estrada, o filho mais velho proclamou: "Pai, isso é um desastre!". "Sim, mas é um desastre Mustang Fastback1965. Aqui estão os manuais de conserto. As ferramentas estão na garagem. Eu pagarei por cada parte, mas não pelo TRABALHO.11 meses depois o carro tinha motor reconstruído, transmissão reconstruída, interior recém-estofado, um novo sistema de suspensão e uma nova camada de tinta. Minha filha (sim, minha filha) tinha um dos carros mais 'maneiros' no ensino médio. E o seu orgulho era tê-lo construído era além do imaginável." Nota de rodapé: nenhum dos seus filhos  recebeu uma multa sequer por excesso de velocidade, embora nenhum dos seus carros tivesse menos de 450 cavalos de potência.
- Como pais, o sr. e a sra. Thompson permitiram que seus filhos cometessem erros. Cinco anos antes do aniversário de dezesseis anos e de ganharem seu presente, o carro "novo", eles tinham de ajudar com os carros da família. Um dia Francis perguntou a seu filho Samuel se poderia trocar o óleo do carro e perguntou se precisava de ajuda ou alguma instrução. "Não, pai, eu posso fazer isso". Uma hora depois, volta Samuel e pergunta: "Pai, são necessários 18 quartos de óleo para trocar o óleo?" O pai perguntou onde ele tinha colocado 18 quartos de óleo, já que normalmente só cinco eram necessários. A resposta: "Naquele parafuso grande que fica em cima, na frente do motor." Francis disse: "Você quer dizer o radiador?" Bom, Samuel não se encrencou por ter enchido o radiador de óleo.  Ele teve que tirar o óleo, compramos um produto, colocamos um novo fluido no radiador e então ele teve que trocar o óleo de verdade. Os pais não o colocaram de castigo ou lhe deram qualquer punição. Deixaram que a lição fosse a ferramenta de aprendizagem. Os filhos dos Thompson não tem medo de tentar coisas novas. Eles foram treinados sabendo que que se fizessem algo de errado, não seriam punidos." Isso costuma custar mais dinheiro, mas estamos criando filhos, não fazendo economias", disse Francisco Thompson.
- Os pais também deram para cada filho um computador, mas eles tiveram de montá-lo. Compravam processador, memória, fonte , cabine, HD, placa mãe e mouse. Eles tinham de montar tudo e instalar o software. Isso começou quando eles tinham 12 anos.
- Os Thompson deixaram os filhos fazerem suas próprias escolhas, mas com limite. Por exemplo, "Você quer ir pra cama agora ou limpar seu quarto?" Raramente dávamos diretrizes de uma só opção, a menos que interferisse nas regras da família já firmadas. Isso faz com que a criança sinta que tem algum controle sobre a vida.

Estar nisso juntos 

- Os filhos tinham de se ajudar mutuamente. Quando um que estivesse na 5a série tinha de ler seus 30 minutos diários, sentava-se perto do que estivesse na primeira série que também tinha de ler e liam. Os que já estavam aprendendo matemática de ensino médio eram tutores dos que estavam ainda no ensino fundamental.
- Filhos mais velhos eram designados para tomar conta, cada um, de um mais novo. Ensinavam e ajudam os menores a cumprir suas tarefas semanais.
- Francis e a esposa deixavam que seus filhos fizessem parte do processo de fazer as regras da família. Por exemplo, as crianças quiseram a regra de não permitir brinquedos na sala. Os brinquedos tinham que ficar no quarto de dormir ou no de brincar. Além de suas tarefas,eles tinham todos de limpar seus banheiros todos os dias(ou mantê-los limpos). Essas foram regras que os filhos criaram. Eles tinham a chance de alterar ou criar novas regras todos os meses, mas mamãe e papai podiam vetar, claro.
- Os pais tentaram ser sempre consistentes. Se seus filhos tinham de estudar 2 horas por noite, não faziam uma exceção para isso. O toque de recolher era às 22:00 nos dias de aula e 00:00 nos dias em que não tinham aula. Não havia exceções às regras.

Política de férias

- Os Thompson saíam de férias em família todos os verões por 2 ou 3 semanas.  Eles podiam ter pago por hotéis ou cruzeiros, mas não fizeram essas opções. Eles acampavam e faziam mochilões."Se chovesse, então encontraríamos uma maneira de fazer um mochilão na chuva e sobreviver. Montávamos um acampamento-base usando 5 ou 6 barracas, e eu levava todos os de 6 anos ou mais num mochilão de 3 a 5 dias.  Minha esposa ficava com os pequenos. Lembre-se que, por 15 anos, ela estava ou grávida ou tinha acabado de ter um bebê." disse Francis. Ele e seus filhos caminharam pelo Grand Canyon, entre outros lugares.
- As crianças eram mandadas de avião para parentes que viviam na Europa ou em outros lugares dos Estados Unidos por 2 ou 3 semanas de cada vez. Isso começou quando estavam no jardim de infância. Foi preciso um tratamento especial da parte das companhias aéreas, para poderem levar crianças de 5 anos sozinhas num avião, bem como pessoas esperando no destino com documentação especial. OS pais só mandavam as crianças quando elas queriam ir. No entanto, como os mais novos viam os mais velhos viajarem, queriam ir também. As crianças aprenderam desde pequenas que Francis e sua esposa, como pais, estariam sempre lá para eles, mas deixando que crescessem suas próprias asas para voarem.

Dinheiro e Materialismo

- Mesmo tendo dinheiro, o sr. e a sra. Thompson não ajudaram os filhos a comprar suas casas, nem pagaram por sua educação ou casamentos(sim, eles também não pagaram pelo casamento dos filhos). Eles providenciaram extensa informação sobre como fazê-lo ou como comprar unidades de aluguel e utilizar capital para aumentar a riqueza. "Nós não 'demos' coisas aos nosso filhos, mas demos a eles informação e os ensinamos 'como' fazer as coisas. Ajudamos a eles com contatos de corporações, mas eles tiveram de fazer entrevistas e 'ganhar' seus empregos'', esclarece Francis.
- Os pais dão presentes de natal e aniversário aos filhos. Costumavam também fazerem-se de Papai-Noel, mas conforme os filhos cresciam e perguntavam a respeito disso, não mentiam. Diziam que era uma brincadeira que faziam e era divertido. Faziam e fazem ainda listas com os itens que casa filho gostaria de ganhar de presente. Assim, todos podiam ver o que eles queriam ganhar. Com a internet, é ainda mais  fácil enviar essas listas para os filhos e netos. Ainda assim, os presentes feitos em casa são o favoritos de todos.

O mundo real

- "Nós amamos nossos filhos, independente do que fizeram. Contudo, não impediríamos as consequências de qualquer de suas ações. Nós os deixamos sofrer as consequências e não tentamos mitigá-las porque vemos que estão sofrendo. Nós podemos chorar e ficar tristes, mas não fazemos qualquer coisa que possa reduzir as consequências de suas ações. Não fomos e não somos os melhores amigos de nossos filhos. Somos seus pais.", finaliza Francis.

Aqui você pode ver toda a família, ou melhor: uma montagem da família, já que eles não conseguiram reunir-se no mesmo lugar desde 1998.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Mis veinte

Completei 20 anos no último dia 31 e tivemos duas pequenas comemorações. A primeira foi na data exata do aniversário, sexta feira. O Marcos preparou para mim essa festinha para não passar em branco a data e recebemos algumas pessoas da família aqui para um parabéns-pra-você. Já na segunda, convidamos alguns amigos para um piquenique de aniversário na Quinta da Boa Vista, aqui no Rio. Tudo bem simples. Espero que gostem :)



 Nossos burrinhos

Sophia, minha priminha cheia de pose!


 Rapha-soneca

Delícia de torta!

 Foto por Andreza Ramoz

 Foto por Andreza Ramoz

Melancia até na unha!

Bolo: Bembolados

Andreza, minha fotógrafa do dia e Alexandre


 Pierre e seu picolé de melancia

 Presente da BFF!

 Família Michard e família Gomes!

 Bãããe!

 6 olhos: Máslova, Cecile e eu :)

 Presente do Galante!

Marcos com um sorriso lindo e Jacques com suas bochechas deliciosamente apertáveis

Eu, Cecile Marie, e Marcelle









sábado, 4 de janeiro de 2014

Cultivar o amor


O amor dos namorados não é algo que precise ser tão cultivado quanto o dos casados. Inspirados pela paixão e pela conquista, os namorados possuem aquilo que podemos chamar de amor auto-motivado. O desafio por conquistar o outro paira nos corações mesmo dos que já namoram há mais tempo, ainda que em menor grau. Quando o homem e a mulher se casam e assumem o compromisso de que serão um do outro até a morte separá-los, todavia, as coisas tendem a se organizar de maneira diferente.
O casal deve se esforçar para reacender a chama que ardia antes com mais vigor, de modo que passa a tornar-se necessário jogar lenha no fogo que antes ardia por si só. Para tanto, é importante que um tente conquistar, surpreender e cativar o outro a cada dia. Há casais que temem a rotina, mas o que deveriam temer mais é o comodismo, a falta de iniciativa em aproximar-se do outro a fim de trazê-lo mais para si para unir os corações.
Que não se escusem, porém, os senhores-não-tenho-tempo e nem a senhoras-menos-ainda. Todos tem tempo para usar de delicadeza e ter detalhes de afeto para com os outros. O marido pode agradar a mulher em tantas sutilezas! Uma vez ouvi que quando um homem abre a porta do carro para uma mulher ou é porque o carro é novo, ou porque a mulher é nova. Ora,  essa! Que não seja assim nas nossas casas!
Poderá o esposo agradar àquela que escolheu por companheira de vida de muitas e diversas maneiras. Bastará  ter atenção, por exemplo, ao que ela diz. Se a esposa reclama de muitos pormenores dos quais o gentil senhor não consegue dar conta, que procure anotar um deles - não deixar a pia molhada ou a tampa do vaso sanitário levantada, por exemplo - e esforçar-se por cuidar desse pequeno ponto de luta. Talvez quem me leia ache isso pouco demais, pois então que o faça! Há muitos hoje em dia dos que são capazes de buscar a lua e as estrelas com palavras e em teoria, mas não são capazes de expressar o carinho através da menor obra prática que custe esforço.
Também a esposa poderá controlar a língua no sincero intento de fazer uma prévia seleção antes de reclamar com o marido  das 358,3  coisas que não foram guardadas como gostaria. É importante não reclamar a cada vez que vemos algo inoportuno sob pena de transformar a vida da pessoa que amamos em uma lista sem fim de defeitos e correções a serem feitas. Podemos observar o que incomoda e o que pode ser melhor e corrigir sim - temos o dever de melhorar a todos a nossa volta -, mas é sempre possível exercitar as virtudes, não reclamar muito(talvez eleger um número máximo por dia, como 1, 2 ou 3 coisas) e mesmo eleger dias em que se não irá reclamar de absolutamente nada.
Além do já mencionado, há pequenos carinhos que podem ser distribuídos de modo muito simples, como enviar um sms dizendo que sente saudades, servir um copo de suco ao que chega em casa cansado do trabalho, enviar uma flor, elogiar e agradecer sempre. São coisas que, embora pequenas, são os pequenos pontos que ligam a mais linda tapeçaria, a do amor. Tais pormenores deixam-nos alegres, demonstram que pensaram em nós e nos querem bem.
Por fim, todo casal deveria sair uma vez por semana juntos, ou no máximo de 15 em 15 dias, apenas os dois. Sem filhos ou casal de amigos. Os dois. O esforço  também será o de não convidar nenhum outro assunto como contas, problemas no colégio da filha, ou mesmo outros mais nobres como de que maneira poderiam ajudar tais e tais pessoas. Será um passeio dos dois para falarem sobre os dois e seu amor, como nos tempos de namoro.
Não precisarão ir a nenhum restaurante chique, basta ter boa vontade e encontrar a melhor maneira. Se é possível  fazer algo que gaste um pouco mais de dinheiro como um cinema - que estão caríssimos, ainda mais se incluirmos pipoca na conta -, que o façam, mas se não for possível, não deixem de sair, basta tomar um sorvete, dar uma caminhada... O ideal é que saiam de casa, mas se nem isso for possível, poderão usar uma toalha bonita, colocar o jantar na mesa e, quem sabe, até mesmo acender umas velas!

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

O Contrato de Casamento



Uma amiga me enviou esse texto há um tempo atrás e gostei muito. É de autoria de Stephen Kanitz, que segundo a Wikipedia é brasileiro, conferencista e consultor de empresas.

O Contrato de Casamento


(Grifos meus)

Na semana passada comemorei trinta anos de casamento. Recebemos dezenas de congratulações de nossos amigos, alguns com o seguinte adendo assustador: "Coisa rara hoje em dia". De fato, 40% de meus amigos de infância já se separaram, e o filme ainda nem terminou. Pelo jeito, estamos nos esquecendo da essência do contrato de casamento, que é a promessa de amar o outro para sempre. Muitos casais no altar acreditam que estão prometendo amar um ao outro enquanto o casamento durar. Mas isso não é um contrato.

Recentemente, vi um filme em que o mocinho terminava o namoro dizendo "vou sempre amar você", como se fosse um prêmio de consolação. Banalizamos a frase mais importante do casamento. Hoje, promete-se amar o cônjuge até o dia em que alguém mais interessante apareça. "Eu amarei você para sempre" deixou de ser uma promessa social e passou a ser simplesmente uma frase dita para enganar o outro.

Contratos, inclusive os de casamento, são realizados justamente porque o futuro é incerto e imprevisível. Antigamente, os casamentos eram feitos aos 20 anos de idade, depois de uns três anos de namoro. A chance de você encontrar sua alma gêmea nesse curto período de pesquisa era de somente 10%, enquanto 90% das mulheres e homens de sua vida você iria conhecer provavelmente já depois de casado. Estatisticamente, o homem ou a mulher "ideal" para você aparecerá somente, de fato, depois do casamento, não antes. Isso significa que provavelmente seu "verdadeiro amor" estará no grupo que você ainda não conhece, e não no grupinho de cerca de noventa amigos da adolescência, do qual saiu seu par. E aí, o que fazer? Pedir divórcio, separar-se também dos filhos, só porque deu azar? O contrato de casamento foi feito para resolver justamente esse problema.

Nunca temos na vida todas as informações necessárias para tomar as decisões corretas. As promessas e os contratos preenchem essa lacuna, preenchem essa incerteza, sem a qual ficaríamos todos paralisados à espera de mais informação. Quando você promete amar alguém para sempre, está prometendo o seguinte: "Eu sei que nós dois somos jovens e que vamos viver até os 80 anos de idade. Sei que fatalmente encontrarei centenas de mulheres mais bonitas e mais inteligentes que você ao longo de minha vida e que você encontrará dezenas de homens mais bonitos e mais inteligentes que eu. É justamente por isso que prometo amar você para sempre e abrir mão desde já dessas dezenas de oportunidades conjugais que surgirão em meu futuro.

Não quero ficar morrendo de ciúme cada vez que você conversar com um homem sensual nem ficar preocupado com o futuro de nosso relacionamento. Nem você vai querer ficar preocupada cada vez que eu conversar com uma mulher provocante. Prometo amar você para sempre, para que possamos nos casar e viver em harmonia". Homens e mulheres que conheceram alguém "melhor" e acham agora que cometeram enorme erro quando se casaram com o atual cônjuge esqueceram a premissa básica e o espírito do contrato de casamento.

O objetivo do casamento não é escolher o melhor par possível mundo afora, mas construir o melhor relacionamento possível com quem você prometeu amar para sempre. Um dia vocês terão filhos e ao colocá-los na cama dirão a mesma frase: que irão amá-los para sempre. Não conheço pais que pensam em trocar os filhos pelos filhos mais comportados do vizinho. Não conheço filho que aceite, de início, a separação dos pais e, quando estes se separam, não sonhe com a reconciliação da família. Nem conheço filho que queira trocar os pais por outros "melhores". Eles aprendem a conviver com os pais que têm.

Casamento é o compromisso de aprender a resolver as brigas e as rusgas do dia-a-dia de forma construtiva, o que muitos casais não aprendem, e alguns nem tentam aprender. Obviamente, se sua esposa se transformou numa megera ou seu marido num monstro, ou se fizeram propaganda enganosa, a situação muda, e num próximo artigo falarei sobre esse assunto. Para aqueles que querem ter vantagem em tudo na vida, talvez a saída seja postergar o casamento até os 80 anos. Aí, você terá certeza de tudo.












Nota: Não li o outro artigo ao qual ele se refere, então não posso recomendar.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Primeiro jantar dos meus pais aqui em casa

O Marcos estava tirando a foto, haha :)


Cultivando a amizade - Mais boliche e mais amigos!

Deu tão certo  nossa comemoração de 2 meses de casados que resolvemos estender o benefício aos nossos amigos! Sair em grupo é, claro, muito divertido, mas também é interessante porque se pode convidar amigos de diversos grupos e entrosar a todos.




 Comidinhas






Hora de pagar a conta...